É preciso ocasionalmente sentir-se especial! Somos peças únicas adquiridas pelos que nos rodeiam, com o nosso consentimento, e tornamo-nos imprescindíveis.
Por mais que se procure alguém como nós, será impossível conceber uma relação e uma estima totalmente equivalente.
Não devem haver, pois, problemas de confiança. Somos nós, autênticos, donos do mundo e do destino em que queremos mergulhar; o topo do pedestal pertence-nos, cada um com o seu, sem haverem superioridades comparáveis. Em cada qual existe uma exclusiva elegância, um extravagante brilho e uma singular beleza.
Somos assim donos dos caminhos que queremos tomar, os criadores e limitadores da impressão que queremos causar, simplesmente teremos que o objectivar e fazer acontecer!
Não há necessidade de conter ou abster o nosso potencial. Dentro de cada um existe aquela chama, um vulcão adormecido, um sol à espera de poder brilhar. Sejamos ousados e incitemos essa liberdade!
Haja, então, um grito de libertação, um romper de barreiras e uma revolucionária exibição orgulhosa e permanente do nosso verdadeiro EU!

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